Gestão e Análise de Riscos Corporativos · situação 08
O planejamento tributário herdado
O novo CFO de uma empresa descobre que, há seis anos, ela adota uma interpretação agressiva para deduzir despesas de amortização de ágio, economizando cerca de R$ 8 milhões por ano. Não há provisão, porque os assessores à época consideraram a tese defensável. Casos semelhantes de outras empresas vêm perdendo no tribunal administrativo.
Manter a prática e o silêncio contábil, ou reavaliar a posição fiscal incerta?
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