Trust e Planejamento Sucessório · situação 01
O trust que não adia mais o imposto
Um empresário brasileiro instituiu, em 2018, um trust revogável no exterior com US$ 20 milhões em aplicações, tendo a si mesmo e aos filhos como beneficiários. A estrutura foi vendida como forma de adiar a tributação e facilitar a sucessão. Com a nova lei brasileira sobre trusts, ele não sabe se a estrutura ainda faz sentido.
Manter o trust como está, reestruturá-lo ou encerrá-lo?
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